A confirmação da continuidade do programa habitacional “Minha Casa, Minha Vida”, com a meta do governo de construir mais 2 milhões de casas até 2014 atendeu as expectativas de consultores, empresários e representantes do setor, embora tenha repercutido negativamente nas ações das incorporadoras listadas em bolsa. Além de garantir novos investimentos para a construção civil, os especialistas consideram que a maior participação da faixa de 0 a 3 salários mínimos no projeto pretende combater com mais força a base do déficit habitacional no País.
Dados do IBGE de 2008 mostram que essa faixa de renda é 80% do déficit. Para a consultora Ana Castelo, da FGV Projetos, o anúncio de governo foi coerente com seu histórico de iniciativas sociais e representa um importante sinal para o setor de que vale a pena continuar investindo. Com o “Minha Casa, Minha Vida” no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC-2), o governo tem meta de construir mais 2 milhões de casas, com R$ 71,7 bilhões no período de 2011 a 2014.
fonte: DCI
- Cadeirinha para crianças passa a ser obrigatória nos carros em junho
- Seguro de automóvel: quem pode e como ter indenização por conta de enchente?
- Setor de construção prevê ajuste em projeto habitacional
- Lei deve proteger os consumidores de seguros de vida
- Setor de seguros cresceu 11% em 2009
Automóvel
Previdência Privada
Residencial
Vida
Equipamentos Portáteis
Saúde
Deixe um comentário